quinta-feira, 10 de junho de 2010

brinquedos


Estive  só com a Leonor, parte do dia de ontem, em Alfena. Está reguila como qualquer criança da sua idade, que seja saudável! Ainda continua com vestígios da rinite, mas nada demais. Tem brinquedos didáticos, adequados aos seus quase 13 meses, brinquedos demais, talvez, na casa dela. E, embora cá também tenha alguns, imaginem o que a distraíu durante muito tempo, divertidíssima, "a tocar tambor" com as duas mãos...foi um garrafão de água, vazio, que fez as delícias da miúda, assim como um tacho pequeno, de cobre! Consegui fazer o almoço, com a neta, bem disposta, sentada numa manta, na cozinha,  no canto oposto ao do fogão, por via das dúvidas, com a T.V. no canal 2, onde se podiam ver bonecos animados e tive direito a um concerto grátis, formidável, né?

quarta-feira, 9 de junho de 2010

meteorologia versus pachorra


Não há pachorra para quem, não arranjando assunto de interesse para dialogar, diga: "está tão mau tempo, não está?", como se fosse uma tragédia a chuva miudinha que caía esta manhã! Quando está calor, essas pessoas queixam-se do mesmo e perguntam: "está calor demais, não acha?"! Enfim, a meteorologia serve-lhes de tema para longos discursos, quando encontram interlocutor que lhes dê troco. É ouvi-las divagar sobre a chuva, o sol, o vento e afins. Adoptei o costume de responder, quando interpelada nesse sentido, que "o tempo que se faz sentir, está dentro de nós", e digo-o com convicção! É que não tocam sequer nas  catastrófes da natureza, que vão acontecendo por esse mundo fora, e que, infelizmente não são poucas. A sua preocupação  resume-se apenas e só à indumentária que querem vestir e não se coaduna com o "tempo do dia"! O facto de terem de pegar num guarda-chuva em Junho torna-se um verdadeiro drama. Um guarda-chuva em meados de Junho, onde é que já se viu? E o cabelo, modelado pelas zelosas funcionárias do ramo, que fica "estragado" com a humidade? Outra situação deveras escabrosa, né?

terça-feira, 8 de junho de 2010

recolha da água da chuva


Retornou a chuva, há que a aproveitar!

Pus as plantas de interior no pátio, durante um bocado, para ficarem livres do pó (ai o velhaco do pó, que, é  minha firme convicção, pela experiência quotidiana, quanto mais se limpa mais ele prolifera!
Coloquei também no pátio, para recolha da água, duas vasilhas de plástico, cujo conteúdo servirá, consoante a quantidade, para a gaiola do canário, para a taça da Íris (a minha cadela), as tartarugas, o ferro de engomar e para o que mais me aprouver.

Sei que já postei neste cantinho sobre a matéria em questão, mas resolvi tocar novamente no assunto, porque afinal há pequenos gestos que fazem a diferença, né?

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Saúde ou falta da mesma...


Queria partilhar convosco situações, ocorridas esta manhã, relacionadas com saúde, ou, mais propriamente, falta da mesma. Isto, porque todos os dias se tem conhecimento, designadamente através da comunicação social, de procedimentos menos correctos, por parte de profissionais de saúde. Ora, quando se é atendido com profissionalismo e cortesia, encontrando-nos fragilizados, por doença nossa ou de um ente querido, entendo que também devemos de passar a palavra, para que se saiba que "há de tudo, como na farmácia", na área da saúde, em Portugal.
Tenho uma pessoa amiga, que foi sujeita recentemente a uma cirurgia ao intestino, tendo ficado ostomizada. Vê-se perante uma situação para a qual não estava preparada (e quem estará?), consequentemente cheia de dúvidas. Ligou-me, algo desorientada, e eu não soube esclarecê-la. Tratei de pesquisar na net e encontrei um local, para o qual telefonei. Fui atendida com eficácia, amabilidade e profissionalismo. Muito obrigada, Srª Enfermeira I....., do Gabinete de Estomaterapia do I.P.O. de Coimbra!
A outra situação ocorreu no Centro de Saúde de Alfena, onde tenho a minha enfermeira de família, que é um espectáculo, sendo que até me esqueço (um pouquinho) que tenho fobia a agulhas...
Não é tudo mau, né?

domingo, 6 de junho de 2010

Onde andam as nêsperas (ou magnórios), docinhas?


Encontro-me a tomar um "chá", divinal, de menta, trazida por uma das filhotas de um mercadinho de rua em Marrocos, que me perfumou a cozinha. e dei por mim a interrogar-me: "onde andam as nêsperas (ou magnórios), docinhas, com pedrado e não calibradas, que comia há uns anos atrás? Isto, porque comi hoje um desses frutos, agradável à vista, de pele muito regular, mas sensaborão, tanto que nem peguei em nenhum dos outros que se encontravam na fruteira, todos de igual tamanho, sem sombra de qualquer mancha na pele!
Desde sempre que, em casa, lhe chamámos nêsperas e, só quando vim para os lados da Invicta cidade soube que, por aqui, dão-lhe o nome de magnórios. É curioso como, de região para região, varia o vocabulário! Tenho até uma história engraçada, sobre o assunto, passada com um familiar, que, vindo de Coimbra, perguntou a uma vendedora numa praça aqui do Norte o preço das nêsperas, e, a senhora, muito ofendida, retorquiu-lhe: "nêspera tem a sua mulher ao fundo da barriga", resposta essa que "ficou" na família e, de vez em quando, lá vem à baila. Certo é que continuo a interrogar-me: "onde andam as nêsperas (ou magnórios), docinhas...?".

sexta-feira, 4 de junho de 2010

chegou a almejada bateria da máquina fotográfica!


Chegou a almejada bateria da máquina fotográfica!

Veio trazida pela Chronopost, à hora marcada, entregue por um funcionário simpático, e, por estes dois factores, os meus parabéns a esta empresa sedeada em Alfena, sim, porque pontualidade e simpatia, são qualidades algo arredadas do dia a dia. Quantas vezes tenho ficado horas e horas à espera de, por exemplo, quem ficou de vir arranjar um electrodoméstico (os velhacos dos meus electromésticos teimam em avariar constantamente)! Quanto à simpatia, não gosto de servilismos, mas  falar com alguém que tenha um semblante sorridente, cativa-me. Sorrir, por enquanto ainda não paga imposto, né?

Agora tenho um novo desafio a vencer, que é o de lidar com a máquina fotográfica. Não tenho grande aptidão para o efeito, mas, por outro lado, tenho tantas coisas a que gostaria de tirar fotos, que sei que vou conseguir. Será desta que o meu blogue sobre artesanato, vai ter continuidade? Parece que vai mesmo! E o blogue de culinária, complementado com fotos, também sairá mais apelativo, certo? Mesmo o "conversaqui" melhorará com a introdução de fotografias, tiradas pela titular do blogue, euzinha mesmo!

Esperem para ver...

quarta-feira, 2 de junho de 2010

divagações (continuação)


Vou transcrever mais uma parte de umas divagações minhas, escritas num bloco, durante a viagem recente a terras Suecas.
"Há um pormenor desta viagem, que me marcou muito, pela positiva (sabe mesmo bem sentir-me marcada, pela positiva!). Tivemos um intervalo de umas horas, entre dois voos, em Bérgamo, desconhecida para mim e para o meu marido, mas já  descoberta pela filhota que nos acompanhava e nos dizia que era impensável não visitarmos a parte histórica da cidade. Lá fomos e realmente fiquei deliciada. Aqueles pavimentos, nem consigo descrevê-los, só aconselho que, quem não conhece dê um pulinho até lá. Os monumentos são magníficos e o capuccino tomado numa esplanada local foi o melhor que tomei até hoje, se bem que só muito esporadicamente tomo essa bebida, mas encontrava-me  em  Itália... era forçoso tomar um, né?
A Joana é uma boa cicerone,  até me convenceu a andar de funicular.

E lá vou eu deixar a filha Benjamim em terras Escandinavas, onde se encontra já algum tempo, dando um pulinho a Portugal, sempre que possível. O ninho paterno anda tão despido! As filhas só passam por ele "em trânsito". Aprenderam a "voar" e andam a construir os seus próprios ninhos, como é natural, mas, quando as tenho por perto, como aconteceu no baptizado da Leonor, onde se juntaram as três, sinto-me muito feliz. Penso que também é natural, né?
Estou na sala da recepção do hotel, gatafunhando, como diz o meu marido e vou também reparando nas pessoas que vão aparecendo, muitas delas descalças. É curioso como os hábitos são tão diferentes de País para País. Aqui, ao entrarem em casa, neste caso no hotel, tiram o calçado, ficando só em meias. Ao lado está a sala das refeições, self-serving, e lão andam eles, na maioria descalços!"

Por hoje, fico-me por aqui. Mas o caderninho acompanha-me sempre e penso dar continuidade às transcrições dos meus apontamentos, aqui neste cantinho. Desculpem os erros gramaticais e até de grafia (que horror), mas vou tentar recuperar a minha boa redacção, sim, porque eu redigia sem lapsos, só que já há muito tempo!






 

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