domingo, 20 de junho de 2010

Anúncios que erradicava...se pudesse!


Há duas espécies de anúncios, que abomino, por causa dos efeitos nefastos que causam na nossa sociedade, e, que têm vindo a proliferar na imprensa, quais plantas infestantes nos campos de cultivo!
Estamos a ler um jornal e, quando damos conta, lá estão os "dotados" de poderes curativos para todo o tipo de maleitas que possam afligir o cidadão comum. E, oportunistas, sem escrúpulos, vão conseguindo fragilizar ainda mais, as pessoas que, precisamente por já se encontrarem desesperadas, recorrem aos seus préstimos!
Além destes "queridos  videntes" e afins, temos ainda de gramar com uma gama variada de ofertas de sexo, tão bizarras que,  tornar-se-iam até hilariantes, se não soubéssemos das consequências funestas que podem produzir. Um dia destes estava um menino de uns 6, 7 anos, no café, a inquirir a mãe, sobre uma matéria dessas, que lera, enquanto a progenitora tinha ido pagar ao balcão!
São 2 tipos de anúncios que erradicava...se pudesse, né?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

grilos


Hoje ouvi "cantar" grilos, algures num campo de Santa Maria da Feira. Recordei-me que, na altura deles, aparecia um em casa, trazido por alguém que sabia do gosto que nos dava o bicharoco, alimentado a serralha, que, segundo os nossos avós, era a comida ideal para o insecto, ou, na falta dela, a alface. Sempre gostámos muito de animais, eu e o irmão mais velho, e os insectos não eram excepção. Nos passeios ao campo, na Primavera, brincávamos com tudo o que era bicho, e possuíamos sempre um mini-zoo, que a mãe, com a sua infinita paciência, como só uma mãe consegue ter, ajudava a cuidar! Quando tive casa própria, mantive o hábito do grilo, com a condescendência do marido, que, ao cair da noite, fechava a pequena gaiola num armário, porque sentia-se incomodado com o "cantar" do animal, o qual, de manhã, ia para a janela da cozinha e nos brindava com o seu "cri-cri".
Há alguns anos, nem sei bem porquê, perdi esse hábito, e não temos tido nenhum  grilinho a compor música com as asas! Já decidi que, para o ano, arranjarei um, até porque a Leonor estará mais crescidinha, e, tenho o pressentimento de que também vai gostar muito de animais, basta ver a reacção de alegria quando vê a Íris (a cadelita cá de casa), o Ponto (o nosso canário), e a Mimi (a gata dos bisavós maternos). Também gostará de observar um grilo, né?

terça-feira, 15 de junho de 2010

dia mundial do tricot em público/encontro anual dos "charruas"


dia mundial do tricot em público/encontro anual dos "charruas" (1975)

Dois eventos, a que gostaria de estar presente, marcados para o mesmo dia...em cidades diferentes!

Ganharam os "charruas", porque, embora aprecie imenso o grupo de Tricot em Público, no Porto, no qual fui tão bem acolhida, conheço os meus amigos da "ERAC" desde os 18 anos, além de que são amigos comuns do marido! Temos tido convívios extraordinários, graças ao "núcleo duro" a quem cabe a tarefa de os organizar, e tem funcionado muito bem. Lá estaremos, no próximo fim de semana!

Vou tentar comparecer no próximo encontro mensal do Tricot em Público, no Porto, porque já sinto saudades, e, por motivos vários, tenho andado ausente dos mesmos, nem sempre podemos estar onde queremos, né?

segunda-feira, 14 de junho de 2010

violência crescente


Estive a ler uma notícia, que foca a volência crescente, com a qual nos deparamos no dia a dia, e, que, segundo parece, por estudos efectuados, prevê-se que, com o aumento da temperatura, provocado pelas alterações climáticas, relacionadas com o aquecimento global, se avolume ainda mais!
Na mesma notícia vêm conselhos a seguir, designadamente quando se sai de férias, (quem ainda pode fazê-lo), para que a solidão das casas não dê nas vistas dos amigos do alheio. Mas afinal, quantos assaltos a residências, alguns bem bárbaros, não se têm verificado, sem haver ausências?
E a crise social que grassa por aí, também não ajuda nada!
Dá que pensar, né?

domingo, 13 de junho de 2010

Ponte de Lima


O avô paterno da nossa neta, a Maria Leonor, completou hoje 60 anos e resolveu festejar o aniversário com um almoço em Ponte de Lima, tendo-nos convidado. O dia esteve lindo, propício ao passeio, que se revelou magnífico, já que fomos dar com a cidade em festa e com uma feira de velharias enorme! O arroz de serrabulho e os rojões (que queriam que lá comêssemos?) estavam muito honestos, sem gorduras excessivas e ficámos bem servidos com o almocinho. Lembrei-me que, da última vez que estive por aquelas bandas, tinha colectado poejos, à beira-rio, de maneira que fui procurá-los e lá se encontravam à minha espera! O carro ficou perfumado e tenho-os em água, para os transplantar amanhã, na minha pequena "selva". É uma planta que não requer grandes cuidados, gosta é de muita água. Terei de arranjar uma rede, ou coisa do género, para tentar evitar que a Íris lhes chegue, porque, até agora, sempre que consigo  poejos no canteiro, a cadelita resolve comê-los!
E eu, com as minhas raízes alentejanas, aprecio imenso utilizá-los em várias preparações culinárias, gostos, né?

sábado, 12 de junho de 2010

Ida a Massarelos


Sendo véspera do dia dedicado a Santo António, após um jantar em Matosinhos, constituído por sardinhas, no restaurante do costume, decidimos rumar até Massarelos, lembrando-nos que, nesta época, em 2009, havia  animação promovida, pela Junta de Freguesia local. Chegados lá, estava o coreto vazio e, na esplanada onde tomámos café, perguntámos à senhora que nos atendeu, se haveria alguma actuação ainda hoje. Respondeu-nos, tristonha, que "infelizmente", só a partir do dia 18.
À falta de espectáculo, demos um passeio a pé, à beira do rio, deixando para trás a esplanada sem clientes, sendo que, no ano transacto, estava repleta de vida...sinais da crise, né?

sexta-feira, 11 de junho de 2010

correu-me bem o dia!


Correu-me bem o dia, apesar da garganta algo "arranhada", a ameaçar que vai passar a doer, mas vou já tratar-lhe da saúde, com um "chá" de casca de limão e uma colher de mel. Penso que ajudará a acalmá-la!
Levantei-me cedo, e, mesmo assim não consegui concretizar metade das tarefas que tinha em mente. O tempo escoou-se a uma velocidade feroz. Fiquei mesmo admirada quando vi as horas, agora! Estava a pensar começar um trabalhinho de artesanato, mas parece que o projecto vai ficar adiado. Há que ir estender roupa e tirar a louça da máquina. Tarefas ingratas, mas necessárias. É que, para amanhã, parece que os minutos já estão contados. Há que ir até casa dos pais, fazer uma visitinha, e, atrás dessa visita, pressinto que se seguirão outras tarefas.
É tão bom ter família para visitar, né?
 

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