quinta-feira, 15 de julho de 2010

pensamento do dia


Li, num jornal diário, uma frase sábia, que me deixou a cogitar - "conselho é aquilo que pedimos quando sabemos a solução, mas preferíamos não saber". Lamento não ter fixado o nome do (a) autor (a), porque achei a frase soberba; só pode ter sido proferida por alguém realista, conhecedor do "bicho homem".
Eu revi-me naquele pensamento profundo, assertivo, e penso que muitos de vós também sentirão o mesmo, certo?

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Abóbora ornamental


Tenho um tesouro na minha sala! Encontra-se no centro da mesa, local ideal para ser devidamente apreciado pela família e por quem passa pela nossa casa. É lindo, invulgar (nunca tinha visto igual), e espero que dure uns meses, para nos alegrar a vista. Quando já não o puder fazer, ser-lhe-ão retiradas sementes, que produzirão, certamente, novos tesouros, parecidos com este. Francisca, obrigada pela linda abóbora ornamental que me ofereceste! Quando se reproduzir, também irei distribuir alguns tesourinhos por pessoas que, como nós, admiram estas jóias da natureza, certo?

domingo, 11 de julho de 2010

Impressões...


É impressão minha ou andamos (quase) todos trajados "brilhantemente", com resmas de lantejolas e uma miscelânea de cores berrantes?
É impressão minha ou essas vestimentas vêm de "certas" lojas, que proliferam por todos os lados, geralmente em grandes espaços, de onde trazemos também objectos para os nossos lares?
É impressão minha ou, com a desculpa da crise, que agora é desculpa para tudo, esquecemo-nos, muito convenientemente, da escravatura a que são sujeitos os indivíduos, grande parte crianças, usados no fabrico de tudo o que carregamos, a baixo preço, desses estabelecimentos?
É impressão minha ou ignoramos o que é (bem) feito em Portugal, a favor do que é (mal) feito noutros países?
É impressão minha ou deveríamos boicotar esse comércio "invasor", a favor do comércio autóctone?


Vamos a isso, certo?

quinta-feira, 8 de julho de 2010

caminhada na orla do mar


Para mim, uma ida à praia significa uma boa caminhada, na orla do mar, quando a temperatura da água não está muito baixa, com a água a bater nas pernas, e, quando me arrepio com o contacto dos pés no mar, ando na areia molhada. A páginas tantas, paragem numa esplanada aprazível, para tomar um cafezinho, descansar um pouco e ir à casa de banho, esta  previamente "sondada", sendo que nalguns casos não a consigo utilizar! Quando existe um paredão, também é percorrido, porque a sensação de estar rodeada pelo mar é formidável. Além da caminhada, tenho o hábito de colectar pedras e conchas, que vou procurando na areia. Tenho um fascínio pelas mesmas.
Ontem tive uma ida à praia, com a filha do meio. Fomos a Matosinhos, de autocarro, e tivémos a agradável surpresa de encontrar a água tépida! Bem protegidas por protector solar, lá demos as voltas do costume. Água para beber já nos acompanhava, como sempre. O almoço foi óptimo, comprado num "Mini-Preço",  constituído por fruta, yogurtes e batatas fritas. Foi comido junto ao mar, e bem nos soube! À volta para casa tivémos boleia, que nos soube igualmente muito bem, porque tínhamos caminhado uns bons Kms e vínhamos com um saco de pedras; a viagem de autocarro implica uma mudança a certa altura do percurso, e, com a boléia viémos directinhas para o nosso duche. Houve ainda mais um pormenor agradável: a esplanada onde repousámos um bocado, tinha um serviço simpático, escadas até ao mar, que estava calminho...e a casa de banho respirava limpeza!

Dia bem passado, certo?

terça-feira, 6 de julho de 2010

tosquia da Íris


A contenção nas despesas domésticas levou-me a deixar de ir com a cadelita à clínica, no concernente à tosquia, que passou a ser feita por mim, sem grande habilidade, diga-se em abono da verdade! Certo é que  sinto que tenho vindo a melhorar nesse sentido, e a bicha não fica com um aspecto tão miserável como no início. Mesmo assim, na primeira semana a seguir ao corte, as filhas, quando estão por cá, recusam-se a levar a cadela a passear, alegando que têm vergonha...
Hoje tivemos mais uma sessão, emocionante como sempre, dado que a Íris não aprecia que lhe cortem o pelo. Tem de ser açaimada; já o era na clínica. Mas ela tem andado muito arrítmica, com a língua de fora, por causa das temperaturas elevadas, com as quais não se dá muito bem, e, após ser açaimada ficou muito aflita, tendo como resultado que, após algum tempo, interrompi a tosquia, que continuará noutro episódio da novela.

Se lhe acontecesse algo, ficava cheia de remorsos, certo?

domingo, 4 de julho de 2010

exageros...


Já não consigo ouvir ou ler o nome de um profissional de futebol, português, que, não sei por que artes mágicas, aparece diariamente em tudo o que é comunicação social! Agora será a questão de um filho "arranjado" à moda de um qualquer "Michael Jackson"!  E o enfoque desmesurado abrange igualmente  a sua parentela, assim como as variadas "namoradas". Uma coisa é certa: o rapazinho parece que tem uma receita decente, com aquela história de lidar habilmente com a bola. Mas, curiosamente, tem tido cá uma sorte com as moçoilas por quem se enamora, sendo sempre correspondido...é que têm todas um corpo escultural e um palminho de cara lindíssimo, que fazem questão de exibir, para que não haja qualquer dúvida a esse respeito. Admiro um bom profissional, bem como uma família dedicada e amores profundos. Mas, que já não consigo ouvir ou ler o nome do homenzinho, é uma verdade. Há tantos temas da actualidade que merecem atenção por parte da sociedade, que a novela da vida do jogador deveria ter capítulos mais curtos, com intervalos ampliados, para não cansar tanto o cidadão comum, como eu, que, mal liga a T.V. ou abre um jornal já está a ser "assediado" com o sujeito e a sua vidinha!
Penso não estar a exagerar, certo?

sexta-feira, 2 de julho de 2010

ervas daninhas


Tenho passado várias vezes junto de uma fábrica de calçado, uma das muitas que nestes últimos tempos têm encerrado as portas e deixado os funcionários à deriva, no mar revolto do desemprego, e vou reparando que, o espaço ainda há pouco ajardinado, onde imperava uma relva bem tratada, salpicada de plantas ornamentais, se encontra invadido por ervas daninhas, que crescem despudoradamente, a um ritmo avassalador!
Dei por mim a pensar que o desemprego está associado a plantas invasoras, certo?
 

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