segunda-feira, 21 de março de 2011

Nasceu a Benedita


No dia 18 à tarde nasceu a segunda netinha, Maria Benedita. O parto correu bem e tanto a filha como a neta estão de perfeita saúde. Temos a família mais crescida com a chegada deste novo membro que é uma verdadeira bonequinha!
Já coloquei a foto do tesourinho, que não me canso de contemplar, no facebook.
Ser avó é realmente uma sensação que não se consegue descrever, mas apenas sentir, não tenham dúvidas a esse respeito, e eu tive a felicidade de repetir a dose, passados apenas 22 meses!

Um bom início de semana para todos.

quinta-feira, 17 de março de 2011

22 meses


A neta que está com 22 meses, durante a noite, com o sono muito agitado, tem chorado e clamado pelo papá que, por motivos profissionais, se encontra noutro continente. Quando o pai liga, a mãe passa-lhe o telemóvel e ela recusa-se a falar! Criança tramada, não é? Brevemente vai voltar o ausente e, caso eu não esteja enganada, a menina quando o vir vai ignorá-lo, olhando-o de soslaio, amuada. A nossa pirralha, quando ressentida com a ausência dos papás, amua mesmo; já o tem feito com a mãe, que fica deveras contristada! Mais uma razão para verificarmos que, conforme a pediatra, está com um elevado desenvolvimento cognitivo, ou, por palavras minhas, está uma espertalhona para a idade!
Estão a chamar-me avó babada? Sim, estou a ouvir-vos...

terça-feira, 15 de março de 2011

Tarde de Março



Tarde soalheira de Março convidativa a um passeio pelo campo, para enorme alegria da Íris. Fiz as minhas colectas: cápsulas de eucalipto para as manualidades e um ramo de jarros lindos (foto). As flores estavam mesmo no pinhal, ou seja, desta vez não vieram de nenhum jardim, seus maliciosos!
Uma gotinha de lexívia na água irá fazer com que durem mais tempo e a água não ganha mau cheiro. Penso que estou farta de vos dar esta dica, mas que é útil, é...


terça-feira, 8 de março de 2011

Leonor, a Princesa Nórdica


Nesta terça-feira chuvosa, a netinha vestiu-se de princesa. Este traje veio da Suécia, enviado pela prima Sandra. Dadas as condições climatéricas, o passeio ao Rossio de Aveiro foi substituído por uma ida ao centro comercial Glicínias onde a  pequena brilhou! Mas as suas vestes lindérrimas provocaram-lhe um forte efeito secundário, sendo que chegou a casa deveras irrequieta, como já não a víamos há muito tempo!
Amanhã há que tratar dos fatinhos usados nesta época carnavalesca, para guardar e serem depois usados pela mana, que está prestes a nascer, já que a compleição física da nossa querida Carolina me leva a crer que não lhe servirão para o ano...

Leonor, a Sevilhana


Não resisti a deixar-vos neste meu cantinho uma foto da neta que se vestiu de Sevilhana, na segunda-feira. A seu lado está um um super-homem (o Rodrigo), seu amiguinho no Infantário. Pena temos que a pequena continue a não consentir ganchos nem fitas no cabelo, porque até lhe tinha arranjado umas camélias vermelhas (não me perguntem se as surripiei nalgum jardim que eu não respondo)!

sábado, 5 de março de 2011

Vivências de uma Escriba


Brandia a bengala e batia com ela no balcão enquanto gritava para algum elemento do público que o tinha enervado: "ponha-se na rua porque quem manda nesta casa sou eu. Estou cá a trabalhar desde os 12 anos". A Maria assistiu a vários episódios do género, comandados por um Escriba de certa idade, que mancava e considerava a Repartição um feudo seu. Estava 1974 prestes a dar lugar a novo ano e a então praticante nos Serviços sentia-se intimidade com a figura descrita.
A Maria recebia instruções para entrar antes da hora, juntamente  os  elementos efectivos, para dactilografarem documentos a extrair de uns livros enormes, visto a máquina de fotocópias não reduzir o tamanho das letras, e após a abertura ao público havia que ir para o atendimento. Nesse período, em que a porta se encontrava cerrada, conversava-se um pouco, mas não quando o senhor da bengala estivesse presente. Dizia ele que na Repartição não se podia falar sobre a vida particular, muito embora se estivessem a fazer horas extraordinárias sem qualquer pagamento!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Vícios meus


Tenho o vício de ir ao campo apanhar flores, quando as há, como hoje (ver foto). Caso não encontre nada florido colho uma haste de eucalipto, pinheiro, enfim de algo oferecido pela natureza, que irá morar numa das jarras espalhadas pela casa, mesmo que não seja a minha...
Ponho sempre uma ou duas gotas de lixívia na água, que conseguirão prolongar a vida das minhas colectas e, simultaneamente, evitam que a água deite mau cheiro.
Vícios meus...
 

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