quinta-feira, 7 de novembro de 2013

"Zona-doença"


Nunca tinha tido contacto directo com a zona (doença), embora soubesse de casos passados com pessoas conhecidas. Pois bem, agora que essa doença apareceu na minha mãe; como sou eu a tratá-la, decidi partilhar convosco o que aprendi sobre a matéria, e, de seguida, vou transcrever um pouco da Wikipédia (nossa aliada!), sobre o mesmo tema. Quem sabe poderei ajudar alguém com este post?

Na mãe, começaram a aparecer umas bolhas avermelhadas, no fundo das costas, que eu, na minha ignorância, comecei a pincelar com betadine! Essas bolhas começaram a proliferar-se pela nádega, perna e pé, do lado esquerdo, começando então a doente a sentir fortes dores; Fomos à médica de família, que a medicou, e, frontal e honestamente, nos disse não ter a certeza do que era, embora lhe parecesse herpes. Se, ao fim de dois dias não estivesse  melhor, teria de lá voltar, o que, efectivamente aconteceu, sendo então aconselhada a consulta num dermatologista, que, "miraculosamente", não consta das especialidades da urgência do Hospital de Aveiro, havendo então duas alternativas: Hospital de Coimbra, ou médico particular. No mesmo dia, a mãe teve consulta num especialista da pele, em Aveiro, que logo declarou que a paciente tinha a zona, e a medicou, avisando que levaria o seu tempo a passar!

Andamos na fase tos tratamentos, e as bolhas, que agora sei serem vesículas, estão a secar; as dores continuam, mas não tão fortes.

Passo então à Wikipédia:

"Uma doença crónica é uma doença que não é resolvida num tempo curto, definido usualmente em três meses.
As doenças crónicas são doenças que não põem em risco a vida da pessoa num prazo curto, logo não são emergências médicas. No entanto, elas podem ser extremamente sérias, e várias doenças crónicas, como por exemplo certos tipos de cancro, causam morte certa. As doenças crónicas incluem também todas as condições em que um sintoma existe continuamente, e mesmo não pondo em risco a saúde física da pessoa, são extremamente incômodas levando à disrupção da qualidade de vida e actividades das pessoas. Neste último caso, incluem-se os síndromes dolorosos.
Muitas doenças crónicas são assimptomáticas ou quase assimptomáticas a maior parte do tempo, mas caracterizam-se por episódios agudos perigosos e/ou muito incômodas.
As doenças crónicas de causa infecciosa são frequentemente causadas por organismos invasores com os quais já foi atingido um equilíbrio. Não é do interesse dos vírus, das bactérias ou dos parasitas matarem o seu hóspede demasiadamente rápido, uma vez que a probabilidade de se espalharem a outros hospedes fica reduzida. Assim doenças infecciosas de morte rápida e mortalidade elevada, como Ébola, aparecem por vezes, mas nunca conseguem estabelecer-se, porque todos os indivíduos susceptíveis morrem em poucos dias, antes de poderem contactar com bastantes outros. Doenças como a SIDA/AIDS, pelo contrário são extremamente eficazes devido ao longo tempo que demoram a matar o hóspede. Mas a melhor acomodação, do ponto de vista do microorganismo, é permanecer no corpo do hóspede sem causar muitos danos a este até poder infectar a nova geração sem defesas. É o que faz avaricela. O vírus ataca as crianças produzindo a síndrome característica aguda, mas depois da "cura" o vírus permanece, em todos os casos, nos núcleos nervosos dos nervos sensitivos, sem ser detectada e sem estar activa. Na velhice, com a ligeira imunodeficiência que acompanha a idade avançada, ela frequentemente reaparece sob a forma de zoster uma infecção dolorosa mas não perigosa que ataca os nervos periféricos. As zonas cutâneas com zoster são extremamente infecciosas, permitindo a passagem perpétua do vírus dos idosos às crianças indefesas, sem necessitar de grandes populações de crianças sempre passando o vírus umas às outras, como outros vírus infantis."

Ou seja, Zona = zoster, ou, como o povo diz, "cobrão" ou "cobro", dado que é uma doença unilateral, e a sequência das vesículas, assemelha-se a uma cobra, tudo isto devido ao vírua da varicela, latente no organismo de quem a teve!" Ele há coisas...



terça-feira, 5 de novembro de 2013

Aniversário de Casamento


No dia 6 de Novembro de 1976, eu e o marido dissemos o "sim", na Igreja da Sé, em Aveiro, e, desde então, a família que constituímos foi crescendo, primeiro as filhas, depois as netas, além do genro, e afins.

Como qualquer casal, temos tido períodos altos e baixos (sim, que eu não creio em contos de fadas), mas, certo é que temos a certeza de que não estamos sós, sobretudo nos maus momentos, (nos bons, aparecem sempre resmas de gente), sendo solidários a 100% um com o outro, assim como com a restante família. E, acreditem, maus momentos, por exemplo, a nível de saúde, não têm faltado, e a doer!

Ao folhear o álbum de casamento, que, conforme era usual na época, tem inúmeras fotos a preto e branco, e, no final, algumas a cores, revejo vários entes queridos, que, entretanto, já partiram, entre as quais o meu irmão mais velho, o meu sogro e o meu padrinho de  casamento, o que me entristece, mesmo sabendo que a vida é assim, e que todos nós faremos a última viagem, sem retorno.

Esses familiares, e amigos não morreram, porque estão sempre  no nosso pensamento, e só morre quem é esquecido, disso tenho a certeza!

Hoje, há jantar comemorativo do evento, e lamento não ser possível reunir todos os elementos do clã Matos Neves, mas, brevemente, estaremos juntos, embora por pouco tempo, não é D. e J.?
Foto dos "pombinhos"

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Dia Nacional do Inventor


4 de Novembro - Dia Nacional do Inventor

Aqui deixo um aplauso às pessoas cuja criatividade lhes dá asas, e permite que inventem novas coisas, que nos ajudam em várias vertentes.

Admiro imenso quem se dedica, com paciência,  gastando muito do seu tempo, à volta do que, um dia, germinou no seu pensamento!

Felizmente, em portugal, temos cérebros que não nos deixam ficar mal; só é pena verem mais depressa o seu mérito reconhecido no estrangeiro, do que no próprio país.

 Há que mudar  mentalidades, e deixarmos de pensar que só o que que vem "de fora" é que é bom!

Casaco de Hoje (3)



Quando encontro uma peça de roupa, que me agrade, na relação qualidade/preço, não me importo de comprar duas iguais, apenas de cores diferentes, e daí ter este casaco camel (Naulover), igual ao cinzento, que já mereceu aqui dois posts, recentemente. Foram adquiridos no mesmo dia, e, como referi anteriormente, têm uma "carrada" de anos, e estão impecáveis.

A roseta da lapela, foi feita em tecido, com um botão no meio, e foi-me oferecida; a echarpe (um dos meus vícios), tem figuras de lobos, animais que me fascinam.

Decidi tirar a foto também à camisola do dia, cuja idade não difere muito da dos casacos; tem sido bastante usada, e consequentemente sujeita a inúmeras lavagens, mas os borbotos, felizmente, não apareceram. Aliás, tenho outras camisolas e casacos desta marca, (Miss Tricot), e nunca apanhei nenhuma desilusão com eles.

Uma ressalva, apenas, estou a citar as marcas, apenas porque penso serem boas, e não por outro motivo qualquer. 

Gosto do conjunto!

domingo, 3 de novembro de 2013

Dia Mundial do Cancro do Cólon e do Reto


3 de Novembro - Dia Mundial do Cancro do Cólon e do Reto

Acerca desta doença, que, muitas vezes, se vai instalando silenciosamente no organismo humano, e, quando é detectada já não é curável, vou contar-vos uma situação, para que reflictam e ajam!

O gastroenterologista que me tem seguido, desde há cerca de treze anos e meio, e que considero um óptimo especialista e uma excelente pessoa, numa das minhas consultas, em que fui acompanhada pelo meu marido, a páginas tantas, perguntou-lhe: sabe qual a melhor prenda que pode oferecer a si próprio, aos 50 anos? O visado, que estava a poucos dias de perfazer meio século, perguntou-lhe o que era, e o clínico respondeu-lhe: é uma colonoscopia, que todas as pessoas deviam fazer por volta dessa idade.

Passadas umas semanas, e por insistência minha, foi efectuado o exame, e retirados pólipos, que, caso continuassem instalados nos intestinos, iriam ficar malignos.

Agora, de 3 em 3 anos, há o exame de rotina.

Infelizmente, uma ex colega e amiga, partiu precocemente, com um cancro do intestino, e outra grande amiga minha  debate-se com essa doença, há três anos; uma corajosa guerreira, e exemplo para muitos, a A.






quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Casaco de hoje (2)


Já dediquei um post a este casaco, que me acompanha há muito tempo, e está impecável. 

Hoje, personalizei-o do modo que podem ver na foto. A roseta é laranja, embora aqui não se note bem.

E, sem querer ser repetitiva, considero que, com pequenos detalhes, sem dispormos de muito dinheiro, podemos revitalizar a nossa roupa; no caso, uma echarpe e uma roseta de crochet fazem a diferença. 

Outro factor a ter em conta é a qualidade das peças que adquirimos, (mais vale poucas e de qualidade, do que muitas e fracas).

Como já referi anteriormente, a época de saldos é ideal para ir às compras... 

Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama


Dia 30 de Outubro - Dia Nacional da Prevenção do Cancro da Mama

Acerca deste assunto, apenas vos digo: não é só aos outros que acontece!

Não podemos descurar os exames de rotina, porque, se este tipo de cancro for diagnosticado na fase inicial, há grandes possibilidades de cura.

Vamos alertar o máximo de pessoas que pudermos, combinado?
 

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