quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Cozinhar, uma terapia


Para mim,a culinária é uma terapia. Gosto de escolher os ingredientes, e de os manusear.

Aproveito para vos deixar aqui uma ideia, que é cozinhar o almoço e o jantar, em simultâneo,  o que nos deixa mais tempo livre para outras ocupações,  ao mesmo tempo que a limpeza (maior) da cozinha, será feita uma única vez.

Pois bem, nas fotos podem ver um tacho com azeite, alho,cebola e louro, e uma panela de pressão,  onde coloquei azeite, alho, cebola, louro, salsa e uma peça de vitela, para estufar, que tem ainda paprika húngara, não picante, sal e pimenta.

No tacho irei fazer arroz de marisco, utilizando uma mistura do mesmo, congelada, a que vou acrescentar algum camarão; como é evidente, levará tomate, pimento e coentros, entre outras coisas.

Quanto à vitela, será regada com um copo de vinho maduro branco, acrescentado de água até cobrir a carne.

O arroz de marisco será servido ao almoço, e a vitela ao jantar, possivelmente acolitada por rodelas de batata cozida.

Entretanto uma alface e alguns tomates, foram passados por agua, imersos em agua e vinagre durante alguns minutos, apos o que  passaram por agua, novamente, e foram secos com um pano de algodao. Vao dar para a salada do almoco, e para a do jantar, acrescentados eventualmente de mais elementos. Tenho pena de que o palmito de conserva nao esteja mais em conta!

Caso queiram que vos tire alguma duvida, fico a espera.

Bons cozinhados!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Descansa em paz minha querida amiga


Minha querida A., na doença que insidiosamente se instalou no teu corpo, e  que  apesar dos tratamentos e da tua força de vontade, te derrubou agora, foste um exemplo para muitas pessoas. Tenho tanta coisa para te dizer, mas não consigo. Estarás sempre presente no pensamento da minha família. Estou agora a relembrar as tardes de domingo que passámos juntas a tricotar, quando os nossos filhos eram pequenos!
Descansa em paz.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Já estão guardados


Pois bem, estes objectos que estão na foto, bem como outros relacionados com temperaturas agradáveis,  e com o sol, já estão guardados até serem necessários novamente...

A minha boneca


Quando era criança,  tinha poucos brinquedos. O ordenado do pai era esticado pela mãe,  para sustentar a casa, com 3 filhos, e, numa certa época,  com os meus avós paternos, que dependiam do único filho, por razões que penso ter já explicado, neste meu cantinho!
O pai era sargento músico,  uma categoria qu me parece já não existir, e frequentava o Conservatório de Música de Lisboa. A vida nao era muito fácil.
Numa deslocação em trabalho, com a banda de música de exército,  à Holanda, comprou-me a boneca que podem ver na foto, a qual me fascinou, assim que a vi, pois era de borracha e tinha cabelo, sendo que eu costumava brincar com bonecas de pasta de papel.
Tenho-a há cerca de 52 anos, e continua a fascinar-me, de modo que estou a pensar em mandar dar-lhe um arranjo, principalmente aos cabelos, numa casa especializada, no Porto. Afinal, é "a minha boneca"...


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Artesanato brasileiro, reciclagem


Sempre admirei o artesanato brasileiro, tão variado, e muitas vezes, produto de reciclagem.

Já aprendi algumas das suas técnicas,  através de vídeos do youtube!

A foto deste post mostra-vos artesanato de uma artesã brasileira, que recicla papel nos seus trabalhos.

Lindos, não?

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Férias


As férias fazem-nos falta, porque, sem qualquer dúvida,  a rotina mata.
Mas, sendo sincera, tenho de dizer, que férias boas, foram as que tive quando as filhas eram pequenas, e íamos para o Algarve, Baleares ou Canárias!
As recordações desse tempo são muito inolvidaveis.
De qualquer modo, deixo-vos uma foto captada da varanda do quarto, onde estamos a passar uns dias. O local e o clima são excelentes...faltam-me as filhas pequenas!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Barbo, à moda do Ribatejo


Palavra que lamento não ter tirado foto ao enorme barbo, que me foi oferecido. Estava congelado, sendo que, há dias, havia sido recebido por quem mo deu, ainda vivo.
Deixei-o a descongelar de um dia para o outro, e, em conjunto com a minha filha mais velha, fizemos uma pesquisa na net, acerca de receitas do dito. Já comi barbo várias vezes, de escabeche, mas de pequeno calibre e já preparados!
Decidimos cozinhá lo à moda do Ribatejo. Reunidos os ingredientes necessários,  havia que cortar o bicho às postas. Começou então a odisseia. Na minha ignorância,  pensava que os barbos eram desprovidos de escamas, e como lhe tiram retirado as vísceras,  imaginei que não desse trabalho. Pois bem, esse peixe tem escamas, e muitas. Penso que quem o escamou nunca mais me vai perdoar o convite para jantar que lhe fiz! Eu só via escamas enormes a voar pela cozinha, que disparavam em todas as direcções,  tipo paredes, chão,  enfim, suspeito que, daqui e meses, ainda se vão encontrar algumas coladas num dos electrodomésticos.  Seguiu-se o corte, que, como a faca era boa, e o cortador tem queda para tal, não seria nada difícil.  Puro engano; a espinha dorsal e as da cabeça,  pareciam ossos! Superadas estas duras etapas, lavaram-se bem os bocados do barbo, e tratou-se da preparação culinária.  Tinham-me avisado que esse peixe tinha muitas espinhas, o que achei normal, mas as espinhas mostraram-se diferentes de todas as que conhecia; imaginem o formato de uma fisga, sendo que essas "fisgas" se encontravam espetadas por todo o interior do nosso barbo.
Resumindo, meu amigo S., deste me um presente envenenado. Quem escamou e partiu o bicharoco, terá ficado traumatizado e não esquecerá quem lhe meteu o barbo nas mãos!
Quanto a mim, no futuro, peixinho do rio, só de escabeche...e já cozinhado.

 

Term of Use

conversaqui Copyright © 2009 Flower Garden is Designed by Ipietoon for Tadpole's Notez Flower Image by Dapino